Neste último final de semana tive o desprazer de ler uma matéria falando sobre serviços de apoio que foram criados por ONGs, Igrejas e poder público durante a pandemia nas duas maiores cidades do país.
O fato é que existe uma Contradição dolorosa, há neste momento uma enorme preocupação, segundo informações se a pandemia acabar estes serviços poderiam deixar de existir e poderemos ter em São Paulo-SP e Rio de Janeiro-RJ outro tipo de calamidade "A calamidade da Fome".
Ou seja: Há por exemplo a preocupação em alguns, certos de que se a pandemia acabar estes serviços de apoio deixariam de existir nas maiores cidades do Brasil.
Há que ponto chegamos? (Mais um paradoxo).
Quando poucos usufruem de muito, existem muitos "Invisíveis para o Estado" que dependem da continuidade de uma pandemia para continuar se alimentando.
Isso mesmo, todos os dias no momento em que estamos nos alimentando em nossas refeições diárias, existem filas gigantescas formadas nas grandes cidades do Brasil por um prato de comida.
Em um país que é rico de recursos naturais, a fome se tornou algo normal e pouco falamos deste flagelo ocasionado por uma educação de baixa qualidade, saúde jogadas as moscas, mal fazemos algo para mudar tal cenário. Um Relatório da ONG Oxfam classificou o Brasil como o "epicentro emergente" da fome extrema em razão do aumento da pobreza agravada pela pandemia, a mídia só se preocupa em falar de política(Fazendo a velha política).
Grande parte população neste momento ocupada em defender ideologias políticas (O que importa é seu político não ser declarado culpado).
Enquanto isso todos estes magnatas estão vivendo em suas mansões megaprotegidas, estes não pegam ônibus, trem ou lotação , só passeiam em seus carros conversíveis ou passam "literalmente" por cima em seus jatinhos patrocinados em grande parte pelo dinheiro público.
Mais uma vez a população mais pobre abandonada nas ruas será apenas uma estatística nos telejornais.
Esse é o triste cenário nacional que poucos querem enxergar.
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